Será que uma psicanálise desfaz o nó do sujeito? Ou este seria como o nó Górdio, impossível de ser desfeito, a não ser cortando-se um, ou todos, os elos?
A análise não desfaz o nó borromeano entre Real, Simbólico e Imaginário. No seu seminário “O Sinthoma”, Lacan introduziu o quarto elo, para segurar o nó, quando ele se abria. Contudo, em “Televisão”, ele falava em “desatar” o sintoma, considerado como nó de significantes, esclarecendo que “atar” e “desatar” não deveriam ser tomados como metáforas, mas sim como o Real da cadeia significante.
Se o nó borromeano se mantém como tal até o final de uma análise, o que seria desatar o sintoma? Continuando nosso trabalho sobre os nós, convidamos para mais uma Oficina de Topologia da APPOA:
Atividade: Oficina de Topologia – o nó borromeu Responsável: Ligia Víctora Data: 19/08/2006 Horário: das 10h às 12h. Material: trazer cordões, lãs ou fios coloridos.
Atividade gratuita e aberta aos interessados. Favor inscrever-se na secretaria. Bibliografia: Marc Darmon. “O nó que desata”, Correio da APPOA 103. Junho/ 2002. |